6 de nov. de 2013

Grupo Reaprendendo a Viver resgata autoestima de mulheres em vulnerabilidade social


Os projetos do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) Rio Verde envolvem e beneficiam a população atendida. O “Grupo de Mulheres Reaprendendo a Viver” é um exemplo disso. O projeto faz parte do Serviço de Proteção e Atendimento Integral à Família (Paif) e tem como principal objetivo trabalhar a autoestima de mulheres em situação de vulnerabilidade social. 
Coordenado pela psicóloga Leidiane Pinheiro e pela assistente social Mônica Vasconcelos, o grupo atende a cerca de 80 mulheres, uma vez por semana. A dinâmica é desenvolver, por meio dos encontros, o conhecimento e as relações de convivência; proporcionar palestras e orientações às mulheres, visando à organização familiar e possibilitando a troca de experiências; e trabalhar de diversas formas a elevação da autoestima. 
Atividades - Como parte das atividades do grupo para desenvolver a autoestima, a equipe do Cras realizou uma ação nesta quinta-feira (31), oferecendo serviços de beleza, como corte de cabelo, limpeza de pele, manicure, pedicure, design de sobrancelha e maquiagem. Duas mulheres foram sorteadas e ganharam um dia de beleza completo. Cerca de 30 mulheres foram beneficiadas. 
Elas também participam de outras atividades e são encaminhadas para os cursos de capacitação oferecidos pela rede Assistência Social. Antônia Lopes, 38 anos, participa do grupo de mulheres há oito meses e conta que já mudou sua forma de agir e olhar a vida.
“Quando cheguei ao grupo, eu estava depressiva, mas consegui passar essa fase e hoje percebo que melhorei muito, aprendi muita coisa. Nunca tinha usado um computador, e aqui tive a oportunidade de fazer um curso básico de informática. Agora, quero fazer de corte e costura, para poder trabalhar”, revelou a dona de casa, que aproveitou a ação para acertar as sobrancelhas e fazer as unhas. 
A mudança também chegou à vida da dona de casa Aldaires Freitas, que estava vivendo um período conturbado com uma depressão durante a gravidez. Ela contou que a experiência do grupo devolveu sua autoestima. 
“Sou uma pessoa melhor com meu marido, meus filhos e gosto mais de mim. No grupo, compartilhamos nossos problemas e temos outras oportunidades, como hoje nesse dia de beleza. Muito boa essa idéia, pois eu não teria dinheiro para fazer as unhas, cortar o cabelo e acertar as sobrancelhas”, relatou Aldaires, de 31 anos. 









Resultados positivos - Para Mônica Vasconcelos, uma das coordenadoras do grupo, já é possível perceber resultados positivos na vida das participantes. “Há uma interação muito interessante. À medida que o grupo avançou, elas já adquiriram esse sentimento de pertencimento. Já percebemos a mudança de comportamento e a questão da valorização. Nas falas, é possível perceber a mudança enquanto uma mulher que tem valor e pode buscar tudo aquilo que tem vontade de ter”, explicou a assistente social.
Além do grupo de mulheres, o Cras Rio Verde também desenvolve atividades com grávidas. E ainda com 225 idosos, que participam de palestras, roda de conversas e aulas de danças.



 Mônica Vasconcelos, uma das coordenadoras do grupo

MP investiga Coomigasp por desvio de R$50 milhões


De acordo com as investigações, mais de R$ 50 milhões que deveriam ter sido distribuídos para os garimpeiros ficaram nas mãos de ex-dirigentes da cooperativa. Cinco pessoas já foram denunciadas pelo MP.
O presidente da Coomigasp foi afastado do cargo e a cooperativa está sendo administrada por um interventor nomeado pela justiça. A empresa responsável pela exploração no local disse que está aberta para diálogos com o interventor.
A Coomigasp é a única cooperativa que recebeu do Governo Federal a autorização para explorar Serra Pelada. Há oito anos, os garimpeiros se juntaram a uma grande empresa de mineração, a Colossus, para fazer a exploração mecanizada do ouro. As obras estão em andamento e, pelo contrato, a Colossus repassa para a cooperativa mais de R$ 350 mil por mês, como uma espécie de adiantamento pela produção.
O repasse deve aumentar em 2014, quando começa a exploração: 25% de todo o ouro extraído será destinado aos garimpeiros. Este dinheiro deveria ser distribuído entre os quarenta mil cooperados mas, segundo o Ministério Público, isto não acontece. “De tanto que a gente trabalhou pra arrumar alguma coisa na vida, a oferecer a família da gente e ate essa data ninguém recebeu nada”, disse o garimpeiro José Castro.
As investigações começaram em 2012, quando os promotores tiveram acesso a um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF), do Ministério da Fazenda. Segundo o MP, o documento revelou que a Colossus Mineração fazia os depósitos nas contas pessoais de ex-dirigentes da Coomigasp, e também de laranjas. Segundo os promotores, R$ 54 mil teriam sido desviados da cooperativa.
“Pelo relatório do COAF nós percebemos que o dinheiro era canalizado primeiro para a conta de diretores, e depois pulverizado. Além de haver saques na boca do caixa de até dois milhões de reais, o que é indicativo bem claro de lavagem de dinheiro”, disse o promotor Hélio Rubens.


Semurb participa de desocupações pacíficas




Várias ocupações estão ocorrendo nos últimos dias em Parauapebas e em todas elas tem se notado a participação da Semurb – Secretaria Municipal de Urbanismo-, que de forma pacífica dispõe de trabalhadores para realizar a remoção dos moradores com seus móveis em caminhões que os leva até sua nova moradia onde ficam, na maioria dos casos, beneficiados pelo aluguel social; um benefício aprovado já neste governo para amparar famílias inscritas em projetos habitacionais e que são retiradas de ocupações ou áreas de risco.
A última ação da qual participou a Semurb foi a desocupação do “Morro da Castanha”, quando em duas etapas foram removidos todos os moradores para o aluguel social.
Gente como Paulo Cesar que conta morar em Parauapebas há pelo menos 15 anos, período em que diz não ter conseguido adquirir uma casa própria. Ele alega os altos preços de terrenos e o custo de vida não compatível com o salário que recebe como ajudante de pedreiro.
Paulo conta ter ficado 14 meses morando no Morro da Castanha, sempre na expectativa de ser encaixado no programa habitacional do município. “Eu não estava aqui para resistir, pois sei que esta área não é minha, mas apenas para ser notado na estatística e sensibilizar o governo”, disse Paulo Cesar.    
Manoel Maria veio de Capanema com três filhos e a esposa, e ficaram apenas 60 dias no local e se preparava para fazer o acabamento em seu barraco quando a remoção chegou. Ele diz morar em Parauapebas há apenas 1 ano e sua renda não lhe dá a mínima chance de adquirir um terreno para construir uma casa. Como não está cadastrado no projeto habitacional do município não pode gozar do beneficio do aluguel social.

Jonas de Lima Almeida, 62 anos, trabalhador braçal, admite nunca ter possuído uma casa própria e agora cadastrado no programa habitacional do governo vislumbra ter uma moradia. Ele foi removido do Morro da Castanha para o aluguel social e se diz seguro que agora conseguirá sua casa.

Parauapebas receberá mais cursos universitários


 Movimentos estudantis participaram do ato
Direito, Engenharia Civil e Engenharia Mecânica serão cursos a serem implantados em Parauapebas e aguarda apenas o edital sai em breve para processo seletivo com aulas previstas para começar a partir de janeiro.
Isto se tornou possível graças a convênio assinado entre Prefeitura Municipal e Universidade Federal do Pará (UFPA), ato feito pelo refeito Valmir Mariano e o reitor Carlos Maneschy, na presença de autoridades, representantes de movimentos estudantis e sociedade em geral, por meio do qual a instituição vai implantar essas graduações no município.
Segundo o prefeito, a instalação dos cursos é uma conquista que deve potencializar a formação de mão de obra qualificada em setores estratégicos da economia, promover a elevação do nível cultural do município e acelerar o desenvolvimento local e regional.
A oferta desse pacote de graduações é a realização de um sonho na vida de muitos jovens, como o estudante Paulo Henrique Medeiros Castro, de 17 anos, que se inscreveu em vários vestibulares para Engenharia Mecânica Brasil afora, mas quer mesmo continuar morando em Parauapebas.
“Nasci aqui, minha família está aqui e é muito difícil sair para estudar fora, mesmo que eu passe. Minha mãe fez as contas e disse que a despesa comigo será de, no mínimo, R$ 600 por mês para estudar em Marabá, com alimentação, transporte e aluguel”, comentou o vestibulando, que se preocupa com a condição financeira da família. “Mas eu sei que, por mais que minha mãe se esforce, vai ser difícil me manter em Marabá, onde o curso vai ter aulas manhã e tarde e será difícil para eu arranjar emprego.”
Agora, o jovem voltou a sonhar e não abre mão de que uma vaga seja sua. “Vou botar quente para passar em [Engenharia] Mecânica e ficar por aqui mesmo. O curso não poderia ter vindo em melhor hora”, elogiou o adolescente.
Efeito positivo - Além de eliminar custo para muitas famílias que precisam enviar seus filhos a outras cidades a fim de cursar uma graduação, a iniciativa prepara terreno para que seja construído em Parauapebas um campus da UFPA.
Ampliando-se o número de cursos e somando-se ao campus da Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra), Parauapebas poderá ter condições de diversificar sua matriz econômica e tornar-se, assim, uma cidade universitária, deixando de enviar jovens para fora e assumindo o posto de receptora de estudantes, como são hoje as interioranas Marabá, Castanhal e Tucuruí, no Pará, Araguaína, no Tocantins, e Imperatriz, no Maranhão. “Quero realizar este sonho junto com vocês, que estão prestigiando este importante momento da educação de nosso município”, comemorou o prefeito no ato da assinatura do convênio.
PARCERIA - O reitor da Universidade Federal do Pará, Carlos Maneschy, destacou que a parceria com Parauapebas é de vital importância não apenas para o município, mas também para a instituição. “Além de realizar um sonho antigo, hoje estamos fazendo história em Parauapebas, pois pretendemos transformar vidas, e para melhor, no sentido mais amplo da expressão e do exercício da cidadania.”
De acordo com a autoridade acadêmica, a universidade não forma profissionais apenas para o mercado de trabalho; a instituição forma cidadãos e seres humanos. “Somente através da educação uma pessoa é capaz de ser livre”, sintetizou Maneschy, rememorando que a relação entre a UFPA e Parauapebas é antiga, e o será para sempre.

OS CURSOS –
Direito: vem pela terceira vez a Parauapebas. O curso forma bacharéis em direito e é bastante procurado Brasil afora, já que o mercado de trabalho para o formado é amplo, sobretudo se ele obtiver registro junto à Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) para advogar ou quiser enveredar pelo serviço público. O último concurso da Prefeitura de Parauapebas, por exemplo, abriu seis vagas para procurador, cargo para o qual uma das exigências é ter diploma de Direito. No Pará, a concorrência média das diversas seleções da UFPA para ingresso ao curso é de 25 candidatos por vaga em Belém e 20 em Marabá. No último vestibular realizado em Parauapebas, em 2008, a demanda chegou a 26,08 por vaga, em que 1.341 candidatos disputaram as 50 cadeiras ofertadas. A média salarial dos formados em Direito, segundo uma pesquisa nacional divulgada este ano pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), com dados de dezembro de 2012, está em R$ 4.675,19, a 12ª maior entre as formações de nível superior.

Engenharia Civil: desembarca em Parauapebas pela segunda vez. O curso forma engenheiro civil, profissional muito requisitado no Brasil e, especificamente, na região, em razão do boom imobiliário que fez de Parauapebas a cidade que, proporcionalmente, mais construiu prédios de até dez andares nos últimos 13 anos. No Pará, a concorrência média para ingresso ao curso da UFPA é de 15 candidatos por vaga em Belém e 13 em Tucuruí. No último vestibular realizado em Parauapebas, em 2008, para ingresso de duas turmas, a demanda chegou a 28,45 por vaga, em que 1.707 inscritos disputaram as 60 cadeiras ofertadas. A média salarial dos engenheiros civis é de R$ 5.768,19, a 5ª melhor entre as carreiras, segundo o Ipea, embora se saiba que haja engenheiros civis que faturem bastante apenas com uma canetada em projeto.


Engenharia Mecânica: chega a Parauapebas pela primeira vez, sendo o “calouro” do trio. O curso forma o engenheiro mecânico, profissional bastante procurado por grandes indústrias, mas em falta no mercado. Na região, empresas como Vale e Sotreq, entre outras da área de manutenção de equipamentos e transportes, recebem bem esses profissionais, que serão demandados na fase de operação de projetos como o S11D, em Canaã dos Carajás. No Pará, a concorrência média para ingresso ao curso da UFPA é de 15 por vaga – com nível de concorrentes dos mais elevados, rivalizando-se à Medicina – e de 7 por vaga em Tucuruí. Depois do colega da área de civil, o engenheiro mecânico é o mais bem remunerado entre os profissionais de nível superior, com média salarial de R$ 5.500,30, conforme o Ipea. O valor é per capita, por isso facilmente um engenheiro mecânico com entre três e cinco anos de carreira chega a ganhar R$ 15 mil ou mais facilmente.

Prefeito de Parauapebas quer compensações por danos causados pela mineração




O prefeito de Parauapebas (PA), Valmir Queiroz Mariano, e vereadores da cidade apresentaram na Câmara um conjunto de propostas de alterações no novo Código de Mineração. A cidade abriga a maior mina de minério de ferro do mundo, explorada pela empresa Vale.
O prefeito quer compensações efetivas pelos danos atuais e futuros da mineração. “Parauapebas é responsável pelo PIB desse País, mas sabemos que toda essa riqueza é efêmera. De repente, nós podemos, em um curto espaço de tempo, deixar de ser o grande polo minerador e ser um polo favelado. O nosso município, ainda na sua maioria, é de casa de madeira coberta de lona preta. Eu costumo dizer que Parauapebas é o quintal da Vale, e um quintal muito mal cuidado”, disse Mariano.
O relator, deputado Leonardo Quintão (PMDB-MG), informou que pretende dar compensações a municípios que, apesar de não terem minas, sofrem com a exploração dos minérios. “Nós colocaremos 10% da arrecadação da CFEM [Contribuição Financeira sobre Exploração Mineral] para os municípios impactados pela mineração.”
Quintão pretende apresentar o relatório na semana que vem. “Queremos distribuir para a comissão um relatório preliminar para que os parlamentares possam dar a sua contribuição final também, e aprova-lo para brindarmos o País com uma lei nova que distribua melhor essa receita.”
Nióbio e terras raras - O último debate da Comissão especial do novo Código de Mineração (PLs 37/11 e 5807/13) tratou também da importância de minerais estratégicos, como nióbio e terras raras. O Brasil detém 98% das reservas conhecidas de nióbio no mundo. Esse minério tem aplicação sobretudo na siderurgia, devido a sua capacidade de tornar mais leves os produtos feitos de aço.
Já as terras raras ainda são pouco exploradas, apesar do grande potencial do País. Esse conjunto de minérios tem elevado valor devido ao uso em produtos de alta tecnologia, mas ainda carece de políticas e ações que direcionem sua riqueza para o desenvolvimento do País, segundo o presidente do Centro de Tecnologia Mineral, Fernando Lins.
“O Brasil, de modo geral, tem um bom capital natural per capita, mas isso não quer dizer nada se não for usado para transformar este País. É preciso capital humano e tecnologia para pegar o que a natureza nos deu e transformar em coisa útil”, assinalou Lins.
Audiências - Ao todo, a comissão especial realizou 17 audiências na Câmara e fez 18 mesas redondas nos estados, em todas as regiões. Os deputados também fizeram visitas a empresas e a centros de pesquisa em mineração.O tema é complexo e polêmico sobretudo diante dos impactos socioambientais de um setor produtivo importante para a economia. O relator já acatou várias das sugestões apresentadas nas audiências públicas, como, por exemplo, a fixação em 4% da alíquota da CFEM, paga a título de royalties ao município produtor de minério de ferro. (Fonte: Jornal da Câmara)

Presidente da Câmara de Parauapebas sob suspeitas



Josineto Feitosa deve explicar o desvio 
de pelo menos R$ 2,5 milhões

Contratos sem licitação, suspeita de desvios de dinheiro e consultorias sem finalidade, sem licitação e empresas com endereços forjados, é apenas a ponta do iceberg de um mar de lama em que mergulhou a Câmara Municipal de Parauapebas.
O fato é abordado em blogs e rede social dando conta de quede uma forma geral, as contratações estão baseadas em serviços de assessoria/consultoria e possuem valores exorbitantes, com pagamentos mensais, de regra, totalmente desproporcionais aqueles praticados no mercado.
Alguns dos contratos são firmados com empresas cadastradas com endereços forjados junto a Receita Federal do Brasil, algumas até mesmo sem registro na Junta Comercial do Estado do Pará ou mesmo nos Cartórios competentes, ou seja, constituídas de forma totalmente irregular, em Belém e Benevides.
Os indícios de fraudes na Câmara Municipal de Parauapebas envolvem,apenas em nove meses de mandato, segundo denúncia feita no blog Sol do Carajás, mais de R$ 2,5 milhões em pagamentos para contratos sem licitação, escolhidas sem o mínimo critério técnico, várias delas funcionando em endereços inexistentes, como se fossem fantasmas e poderão, conforme denunciado no blog, estar sendo usadas para o desvio do dinheiro público.
Entre as envolvidas estão:
Consultoria do Josineto, segundo a Receita Federal do Brasil, tem endereço de salão de beleza. Empresa foi criada, em 25.04.2013 e em menos de 30 dias já recebia mais de R$ 290 mil da Câmara
B C GESTÃO E EDUCAÇÃO – EIRELI, quesegundo o site transparência da Câmara Municipal de Parauapebas, já recebeu R$ 450.000,00 (quatrocentos e cinquenta mil reais), sem licitação, apenas no exercício de 2013.
Segundo o site da Receita Federal do Brasil, a empresaexerce as atividades de treinamento em desenvolvimento profissional e gerencial, estaria sediada na Avenida Roberto Camelier, nº 2164, Altos, no Bairro da Condor em Belém-PA; porém no local indicado funciona um salão de beleza. A empresa foi criada, em 25 de Abril deste ano e emmenos de 30 dias já recebia mais de R$ 290 mil da Câmara.
Além disto a empresa, apesar de constituída como Eireli-EPP, não possui registro do seu contrato social, nem na Junta Comercial do Estado do Pará, nem nos cartórios do 1º e 2º Ofício de Registro de Pessoas Jurídicas de Belém, o que reforça ainda mais a suspeita sobre a contratação desta empresa.
A contabilidade da Câmara Municipal de Parauapebas também não fecha devido aos contratos fraudulentos com empresas de consultoria contábil. Umas das envolvidas é a Mel Consultoria e Assessoria S/S LTDA que, segundo o site transparência da Câmara Municipal de Parauapebas, já recebeu R$ 545.000,00 (quinhentos e quarenta e cinco mil reais), sem licitação, apenas no exercício de 2013. 
É possível constatar com o demonstrativo de pagamentos que, além do contrato mensal da referida empresa, no valor de R$ 45.000,00, pagas através do elemento de despesa “serviços de consultoria”, a mesma empresa ainda foi contratada para outros dois serviços, nos valores de R$ 60.000,00 e R$ 80.000,00, também através de inexigibilidade de licitação, pagos através do elemento de despesa “Outros Serviços de Terceiros Pessoa Jurídica”. O que também seria uma irregularidade, um desvio de finalidade na utilização dos recursos públicos.
Segundo o site da Receita Federal do Brasil, a empresa realiza atividades de contabilidade, está constituída na Rua WE 9, nº 756, Conjunto Satélite, Sala A, bairro do Coqueiro, na cidade de Belém, no estado do Pará; mas no local, não consta nenhuma placa com a identificação da referida empresa, nem mesmo a aparência de uma grande firma de contabilidade, que recebeu os valores exorbitantes citados anteriormente.
Este é o imóvel onde funcionaria a mel contabilidade
Outra envolvida nos números fraudulentos é a Publicontabil LTDA que, segundo o site transparência da Câmara Municipal de Parauapebas, já recebeu R$ 310.000,00 (trezentos e dez mil reais), por inexigibilidade de licitação.
Segundo o site da Receita Federal do Brasil, a empresaestá constituída na Rua Lauro Sodré, S/N, esquina com a Rua Henri Olivier, na cidade de Benevides, no estado do Pará, porém no local existem apenas sítios, sem qualquer estrutura de empresa.
Somando os custos das empresas MEL CONSULTORIA E ASSESSORIA S/S LTDA e PUBLICONTÁBIL LTDA, ambas prestadoras de serviço de contabilidade, a Câmara Municipal de Parauapebas já gastou, apenas em 9 meses do exercício de 2013, com serviços de contabilidade, o valor de R$ 855.000,00 (oitocentos e cinquenta e cinco mil reais), sem realizar qualquer tipo de processo licitatório.
A Câmara Municipal realizou concurso público onde foram aprovados 6 contadores, estranho que ainda assim contrate tantas consultorias contábeis, algo evidentemente desnecessário e lesivo ao patrimônio.

OUTRAS CONTRATAÇÕES – Mas não são apenas contabilidade e consultorias que foram usadas pelo presidente da Câmara de Vereadores para tentar camuflar os desvios de verba.  O Instituto Amazônico de Direito Público, segundo o site transparência da Câmara Municipal de Parauapebas, recebeu R$ 110.000,00 (cento e dez mil reais), também sem licitação, com pagamento único realizado no dia 1 de março deste ano.De acordo com o contrato social, o Instituto não tem fins lucrativos e no endereço onde deveria ser a sede do instituto, funciona uma clínica de fisioterapia.
O Instituto de Direito Publico Do Pará, segundo o site transparência da Câmara Municipal de Parauapebas, já recebeu R$ 340.000,00 (trezentos e quarenta mil reais), através de inexigibilidade de licitação, apenas no exercício de 2013.
Segundo o site da Receita Federal do Brasil, exerce a atividade econômica principal de Serviços de organização de feiras, congressos, exposições e festas, tem sede na Avenida Três de Maio, nº 1619, sala 04, Bairro de São Braz, Belém – PA. De acordo com o contrato social, o Instituto não tem fins lucrativos.
No endereço registrado na Receita Federal, onde deveria ser a sede do instituto, não consta qualquer placa de identificação do mesmo.
Uma análise profunda nos contratos e processos licitatórios da Câmara Municipal se feita pelo MP poderá comprovar muitas outras fraudes, envolvendo outros contratos.

Procurado pela equipe de reportagens em Parauapebas a assessoria de imprensa do vereador Josineto Feitosa, disse que o parlamentar não iria se pronunciar sobre o assunto. Um de seus assessores, Alderi Gonçalves dos Santos, sugeriu, pelo chat do Facebook, que quem deveria ser ouvido era o autor da Denúncia no caso Lindolfo Mendes diretor do portal www.soldecarajas.blogspot.com e não o denunciado.


Índice de aprovação no Exame da OAB é considerado baixo


Apenas 204, dos mais de 2 mil bacharéis em direito que fizeram o Exame de Ordem da  OAB –Ordem dos Advogados do Brasil – Sessão Pará, foram aprovados para exercer a profissão de advogado.
Isto significa um percentual de apenas 10% dos candidatos; um índice considerado baixo, na opinião de Gian Carlos Araújo Soares, um dos aprovados no exame. Ele diz que o nível de exigência é muito alto se equiparando a esfera de juízes federais.
De acordo com dados da OAB, dos 204 aprovados em todo o Estado, 179 foi em Belém, 15 em Santarém e 10 em Marabá. O prazo recursal foi aberto logo em seguida tendo que se concluir até o dia 19.
Este foi o 11º Exame de Ordem. A primeira fase foi aplicada no dia 18 de agosto e a segunda em 6 de outubro. Ontem, dia 4, a OAB publicou o edital abrindo as inscrições para o 12º Exame.
Em todoo Brasil mais de 101 mil bacharéis se inscreveram para a primeira fase do exame e pouco mais de 19 mil passaram para a fase final.
Cerca de 12 mil candidatos foram aprovados na segunda fase e tiveram os nomes divulgados neste resultado preliminar, o que dá um índice de aprovação inferior a 12%.
No exame anterior o índice de aprovados foi de 28,07%. (Reportagem: Francesco Costa)


Cooperativas de taxi lotação fazem protesto em frente à prefeitura de Parauapebas



Elas reivindicam a legalização do serviço no município
  Pelo menos quatrocentas pessoas que sobrevivem do transporte alternativo, denominado taxi lotação em Parauapebas, se reuniram na manhã de segunda-feira, 4, para sensibilizar o governo municipal a apoiá-los na legalização desse tipo de serviço.
Para Ribamar Vieira, presidente de uma das cooperativas da categoria denominada COOPILIPE, falta eles estão com uma liminar expedida pela comarca de Parauapebas, que solicita que o governo municipal se manifeste no período de 90 dias, para viabiliza a situação do taxi lotação em Parauapebas.
São cerca de 200 veículos fazendo esse tipo de serviço na cidade, mas ainda existem os clandestinos. O valor da passagem é de 3,00 reais, mas o problema é a falta de segurança que os passageiros se deparam. “precisamos que o governo olhe para nós, somos trabalhadores, pioneiros de Parauapebas e só queremos trabalhar de forma digna. Por isso estamos lutando pela legalização da nossa categoria", disse Ribamar Vieira.
De camisetas brancas, eles saíram em carreata pela Ruas da cidade se concentrando em frente a prefeitura de Parauapebas. Faixas com frases de reivindicação também foram exibidas pelos manifestantes que atuaram de forma pacífica. 
Em média são aproximadamente quatrocentas pessoas que estão sobrevivendo do taxi lotação em Parauapebas.
Esse tipo de transporte alternativo já funciona legalmente em outras cidades brasileiras como em Marabá, por exemplo, mas aqui em Parauapebas até o momento a situação ainda é clandestina, o que impõem insegurança aos usuários. Caso não haja acordo a classe continuará a realizar várias manifestações em Parauapebas, como falou um motorista.
Caso não seja feito uma parceria com a prefeitura de Parauapebas o grupo de manifestantes pretende continuar com a luta em prol da legalização do taxi lotação em Parauapebas. Por outro lado,os taxistas e mototaxista como também as cooperativas de vans não aprovam esse tipo de trabalho em Parauapebas. Pelo visto muitas águas ainda vão rolar debaixo dessa ponte, enquanto isso, quem sofre é a população que almeja um transporte de qualidade.(Reportagem: Antonio Marcos)







OPORTUNIDADES NA AQUISIÇÃO DA CASA PRÓPRIA PROVOCA CRISE IMOBILIÁRIA

Os valores das locações de casas e apartamentos caíram em média 40% nos últimos 90 dias.  
 Apartamentos residenciais e comerciais a preço baixo e mesmo assim estão sem serem alugados
 Cidade cresce 18% ao ano

Crise no mercado imobiliário de Parauapebas é a maior dos últimos cinco anos, diz corretores imobiliários

Situada a cerca de 700 quilômetros de Belém e com uma arrecadação mensal de 70 milhões, Parauapebas é a cidade que mais cresce no Brasil, 18% ao ano, com isso o surgimento de áreas habitacionais com planos facilitados e infraestrutura de qualidade tem viabilizado o acesso de muitas famílias na aquisição da casa própria.  Para Wanlaydson Souza,  representante comercial, as facilidades na aquisição da casa própria tem afetado diretamente o setor imobiliário. No na Cidade jardim já são 42 novas mil famílias morando em um local que dispõem de água, energia, asfalta e iluminação pública. “Esperamos fechar esse ano com mais cinco mil novas famílias, uma vez que com apenas mil reais de entrada qualquer pessoa já pode adquirir o seu lote e pagar parcelas mensais a partir de trezentos reais mês, e já podendo construir sua casa própria”, disse o corretor bastante animado. Segundo o setor imobiliário de Parauapebas a procura por apartamentos comerciais, residências e casas caíram em torno de 40% nos últimos três anos. O que se vê nos centros da cidade são placas e mais placas de aluga-se.  Muita oferta para pouco pretendente e olha que os valores dos imóveis para locações caíram em média 50% e mesmo assim, a crise ameaça o setor que anda de mal para pior, como explica esse corretor de imóveis. Rocha da Silva que é um dos mais antigos corretores de Parauapebas, fala que esse é um momento de baixa no setor e o jeito e ofertar oportunidades de locações com alugueis baratos, com descontos variáveis de 30 a 50%. “Mesmo com esses descontos as locações estão caindo muito, nos apertando o cinto, esperamos em meados de março de 2014, a situação volte a normalizar. Hoje nos temos em média 20  imobiliárias de imóveis em Parauapebas e todas estão na mesma situação”, disse Rocha.  O Ronaldo Almeida, 57 anos, fala que hoje em dia é muito mais negócio investir na casa própria do que desembolsar valores altos em alugueis, mas também faz uma observação em relação aos juros que são reajustados a cada ano. Quem paga 320 reais de aluguel por mês, por exemplo, consegue comprar uma casa de 48 mil reais em apenas quinze anos. Diante da situação os profissionais da categoria torcem para que com a chegada do dinheiro do décimo terceiro salário, a situação volte a melhorar e os corretores respirarem mais aliviados. (Reportagem: Antônio Marcos)

BR-155 É A PIOR DO INTERIOR DO ESTADO


A rodovia é palco de assaltos e acidentes fatais
São 250 quilômetros de rodovia que liga Eldorado do Carajás ao município de Redenção, sudeste do Pará, por onde caminhoneiros fazem de tudo para conseguir viajar sem ficar com o carro quebrado pelo caminho. São buracos e mais buracos que tomam conta da BR 155. A situação de abandono já dura há pelo menos quatro anos e quem precisa da rodovia recuperada reclama da situação.
Distribuído em 147 municípios, o Pará mesmo sendo um dos estados mais ricos do País, respira a decadência da má conservação das suas principais rodovias que cortam o estado de ponta a ponta. Enquanto a situação só piora, os condutores fazem ziguezague pelo caminho e depois do sufoco vem o desabafo contando que pelo menos 140 quilômetros da BR -155 estão destruídos e neste trecho carretas, caminhões, caçambas e ônibus atravessam no meio do que restou da pista, para conseguir chegar ao destino esperado.
No mês passado, outubro, 16 caminhoneiros foram assaltados e uma caminhonete foi levada pelos criminosos há cerca de 40 quilômetros de Redenção. A polícia Rodoviária Estadual evita fazer rondas ao longo da rodovia porque uma das viaturas está quebrada por causa dos buracos. Pontes comprometida há vários anos, cabeceira não oferece segurança, a placa de sinalização praticamente invisível e o corrimão coberto pelo mato que cresce rapidamente.
Segundo o DENATRAN - Departamento Nacional de Transito-, em média 55 pessoas morrem por dia nas estradas do Brasil. A maioria dos acidentes fatais ocorre em rodovias como essa na região norte do País. Uma mistura de abandono público com a imprudência que acabam vitimando milhares de vidas.  De janeiro até setembro desse ano, pelo menos 150 mil pessoas já morreram acidentas no Brasil. A situação da malha rodoviária do país é preocupante. Segundo a Confederação Nacional dos Transportes, o Governo Federal precisa investir cerca de R$ 32 bilhões para recuperar todas as rodovias do país que estão em más condições de trafegabilidade. (Reportagem: Antonio Marcos)






7 de jun. de 2013

Bairro dos minérios recebe atenção exclusiva do governo municipal



Saaep e Semurb fazem ação naquele bairro






Limpeza, iluminação pública, ampliação da rede esgoto e água nas torneiras deixam de ser problema no Bairro dos Minérios que, desde sua inauguração, sofria com o descaso da gestão pública.
Agora segundo moradores o fornecimento de água é feito regularmente e com água de qualidade, propiciando aos moradores condições digna para ali viver.
A água é fornecida, segundo moradora Joana Silva, diariamente em quantidade suficiente e condições de armazenamento e consumo. “Antes sofríamos a incerteza se teríamos ou a água de cada dia e isto causava transtornos pelo fato de não termos garantido a quantidade suficiente para o uso doméstico”, lembra Joana, citando ainda o caos trazido pela rede esgoto que exalava mau cheiro em todo o Bairro.
O problema do esgoto está sendo resolvido e, segundo parecer técnico, tratava-se apenas de imprecisão no nível para onde corria o conteúdo do esgoto sanitário.
A iluminação era outro problema no local que, com ruas escuras, intimidava pessoas de bem a andar a noite, e encorajava praticantes de delitos a executar suas ações. Agora duas equipes do Departamento de Elétrica da Semurb (Secretaria Municipal de Serviços Urbanos de Parauapebas) estão no local e, em ritmo de mutirão, recuperará todos os pontos apagados.
O bairro estava também com ruas sujas tanto por lixo domestico quanto pelo mato, pois desde sua inauguração nunca tinha passado por roço e capina. Fato que se fez necessário o envio de equipes para dar novo visual ao bairro.
As equipes munidas de caçambas e maquinas pesadas fazem varredura intensa nas ruas removendo a terra trazida pelas chuvas, entulhos, resíduos domésticos; capinam e roçam os espaços públicos e remove em caçambas.
“Vida nova para o nosso bairro, que nem parecia pertencer a Parauapebas, dado a ausência do governo que agora lembrou de nós, esperamos que continue assim”, disse o morador do local, Geraldo de Sousa Júnior.
Porém para que as ações feitas no bairro sejam validadas é preciso, segundo recomendações da Semurb, a colaboração dos moradores. “A população precisa contribuir com a manutenção da limpeza, dispondo o lixo domestico devidamente embalado nos dias e horários da coleta. Agendar remoção de entulhos e galhadas para que não atrapalhe tanto o trafego de pessoas e veículos quanto estrague o visual do bairro”, recomenda Raimundo Augusto Neto, Secratário Municipal de Serviços Urbanos.
Ele salienta também que as pessoas devem tratar seu bairro e todo o resto da cidade como sua própria casa, mantendo limpo e zelando pela conservação do patrimônio publico, o que ele qualifica como bem comum.    
 

5 de jun. de 2013

Trabalhadores na educação aprovam a permanência de Shirlean na Semed



Flexibilidade e Habilidade na gestão são qualidades do novo secretário
Passados 30 dias da queda da então Secretária Municipal de Educação, Francisca Ciza (PSDB), ainda se especula sobre o nome de seu sucessor.
Continua na cadeira, interinamente, Shirlean Rodrigues da Costa, que assumiu a vaga em um momento de crise dado ao fato da greve que durou cerca de 20 dias. Apesar do momento crítico, Shirlean caiu no gosto dos trabalhadores e servidores da educação ao equacionar os dias da greve e concluir a negociação da pauta apresentada pelos grevistas.
“Ele foi coerente e dispôs a conversar com a categoria de forma técnica, beneficiando tanto o governo como a categoria”, disse o professor Marcos, salientando que o secretário sentou com o COMEPA (Conselho Municipal de Educação de Parauapebas) e discutiu assuntos de interesses da classe.
Coordenadores do Sintepp (Sindicato dos Trabalhadores na Educação Pública), Fábio Santos e Márcia Quaresma comungam a mesma opinião que Shirleandefende os trabalhadores da categoria.
Na opinião da professora Vânia Almeida, Shirlean, tem o preparo adquirido na área administrativa em uma grande empresa e já demonstrou atenção aos problemas da classe quando, mesmo sem fazer parte da secretaria municipal de educação, ouviu os coordenadores do movimento em período de greve.
“Torço para que o Shirlean fique, pois é alguem que sabe conversar com as pessoas como já provou”, almeja ela.
Veterano na educação em Parauapebas, o professor Jesse James, avalia ter sido uma excelente escolha o nome de Shirlean, e cita sua ativa atuação como administrador, e o fato da pouca manifestação contra sua permanência na pasta.
“Precisamos de alguém que interaja com a categoria, e ele tem demonstrado a flexibilidade e habilidades necessárias para isto”, avaliou Jesse James, enfatizando ser necessário a permanência de Shirlean na pasta para, de acordo com sua opinião, mostrar sua capacidade de gestão.  
Nossa equipe de reportagem entrevistou em off vários professores e servidores da educação pública que não quiseram gravar entrevistas com medo de retaliações futuras. Maioria absoluta deles se declararam a favor da nomeação de Shirlean como Secretário Municipal de Educação; alegando o fato deste precisar de mais tempo para desempenhar bem sua gestão que, segundo eles, começou no caminho certo.
Indicações – Por se tratar de um cargo político outros três nomes são cogitados para suceder a recém exonerada secrataria municipal de educação, Francisca Ciza:
Francisângela Rezende (PMDB), Juliana (PSDB) e Rui (PT).
De acordo com entendedores da política local, a nomeação da ex vereadora Francisâgela, para a pasta, significaria o retorno das “viúvas de Bel Mesquita” que se dispersaram e de novo se ajuntariam e articulariam a ressurreição da ex-prefeita que continua politicamente “em queda livre”.
É visível o desgaste de Juliana que, além de ser, segundo fontes, uma indicação do ex-vereador Faisal Salmen, enfrenta muitas reclamações no exercício da atual função que exerce, assessora no gabinete do prefeito. Para alguns, se ela já apresenta ares de arrogância sendo apenas assessora será ainda mais se tornando titular de uma pasta.
Quanto a Rui, seu partido torna pouco provável sua nomeação, levando em conta ser ainda, segundo vozes experientes da política local, muito cedo para um casamento entre reconhecidos rivais na política local.

4 de jun. de 2013


Bairro Nova Vida recebe água tratada
Cerca de 3 mil pessoas serão beneficiadas
 A nova distribuição de água está sendo implantada em todo o  bairro
O morro das comunicações também será saneado
 O sistema está sendo ampliado para cobrir toda a cidade
 Sérgio olhou a cidade do alto
O Morro Céu Azul receberá o benefício
Há muitos anos o bairro Nova Vida I, em Parauapebas, recebia fornecimento de água tratada de forma irregular e com ligações clandestinas feitas pelos próprios moradores que nunca sabiam quando podiam contar com o fornecimento.
Agora, por iniciativa da Prefeitura Municipal de Parauapebas, o SAAEP (Sistema Autônomo de Água e Esgoto) atendeu ao pedido da população e está fazendo a ligação de água para, pelo menos, 600 casas; o que implica na chegada do benefício para cerca de 3 mil pessoas.
A conquista do benefício foi luta da ASPAMA (Associação Paraense de Proteção do Meio Ambiente). Maria José, presidente da entidade, diz que ao longo dos 11 anos que mora ali viveu muita dificuldade e nunca teve atendidas suas reivindicações, por mais que insistisse com requerimento e abaixo-assinado.
“Não dava mais para suportar, pois vivíamos a carência de um serviço indispensável. Víamos ainda o desperdício em mangueiras rompidas e por pessoas que, por não pagar, deixava as torneiras abertas”, lamenta Maria José, dando conta de que no último dia 30 de Abril entrou com requerimento junto ao SAAEP que foi imediatamente atendido.
De fato, as obras estão a todo vapor e a rede, segundo o informado pelo diretor operacional do SAAEP, Sérgio Ferreira Barbosa, é independente a cada quadra, o que significa a facilidade na manutenção em caso de problemas.
“Tínhamos aqui uma ilha bem no centro da cidade, pessoas que moram próximo de um polo de distribuição e sobre uma adutora sem usufruir do benefício”, relata Sérgio Barbosa, detalhando que a obra foi possível com a volta da operação da ETA 2 o que significa o aumento da produção de água de 20 milhões para 35 milhões de litros/dia.
As ligações estão sendo feitas em cada quadra, separadamente, e sendo liberada a água tão logo termine as ligações na respectiva quadra; nos próximos 60 dias deverão ser feitas as instalações de hidrômetros (equipamentos para medição do fornecimento de água), que se faz necessário, segundo Sérgio Barbosa, para evitar o desperdício de água já que se trata de um produto caro e indispensável para a saúde.
Outras ações - Recentemente cerca de 5 mil pessoas, nos Bairros Liberdade I e Liberdade II, foram beneficiadas com o abastecimento de água tratada.
Nos próximos 60 dias locais como, por exemplo, Morro Céu Azul, Alto das Telecomunicações e Bairro Canadá que não imaginavam receber abastecimento de água passarão a contar com o serviço. Por se tratar de pontos muito elevados a água será reservada nas proximidades e depois bombeada para reservatórios de distribuição; serviço semelhante é feita com sucesso no Bairro Alto Bonito.
A Vila Paulo Fonteles receberá água tratada através de um convênio entre Prefeitura Municipal e Vale, um projeto a ser executado pelo SAAEP. O local terá o sistema de distribuição refeito e um reservatório de 100 mil litros de água tratada, o que beneficiará cerca de 5 mil pessoas.
Está sendo feito o projeto para reservação de 20 milhões de litro de água o que tornará possível o abastecimento do Complexo Caetanópolis e todos os bairros no entorno da VS 10.
Dezenas de poços artesianos estão sendo licitados para abastecer provisoriamente estas caixas, até que se termine um projeto macro das ETAS 3 e 4 que  permitirá o abastecimento de água para mais de 500 mil habitantes. As ETAS 1 e 2 serão potencializadas aumentando em 40%  suas respectivas produções.
“Água bruta temos em abundância no Rio Parauapebas, basta criarmos os mecanismos para capitação, tratamento e distribuição. E isto é uma meta e exigência de nosso governo”, detalha Sérgio Barbosa.

Bairro Nova Vida recebe água tratada
Cerca de 3 mil pessoas serão beneficiadas

Há muitos anos o bairro Nova Vida I recebia fornecimento de água tratada de forma irregular e com ligações clandestinas feitas pelos próprios moradores que nunca sabia quando podia contar com o fornecimento.
Agora, por iniciativa da Prefeitura Municipal de Parauapebas, o SAAEP (Sistema Autônomo de Água e Esgoto) atendeu ao pedido da população e está fazendo a ligação de água para, pelo menos, 600 casas o que implica na chegada do benefício para cerca de 3 mil pessoas.
A conquista do benefício foi luta da ASPAMA (Associação Paraense de Proteção do Meio Ambiente). Maria José, presidente da entidade, diz que ao longo dos 11 anos que mora ali viveu muita dificuldade e nunca teve atendidas suas reivindicações, por mais que insistisse com requerimento e abaixo assinado.
“Não dava mais pra suportar, pois vivíamos a carência de um serviço indispensável. Víamos ainda o desperdício em mangueiras rompidas e por pessoas que, por não pagar, deixava as torneiras abertas”, lamenta Maria José, dando conta de que no último dia 30 de Abril entrou com requerimento junto ao SAAEP que foi imediatamente atendido.
De fato as obras estão a todo vapor e a rede, segundo o informado pelo diretor operacional do SAAEP, Sérgio Ferreira Barbosa, é independente a cada quadra, o que significa a facilidade na manutenção em caso de problemas.
“Tínhamos aqui uma ilha bem no centro da cidade, pessoas que moravam próximo de um polo de distribuição e sobre uma adutora sem usufruir do benefício”, relata Sérgio Barbosa, detalhando que a obra foi possível com a volta da operação da ETA 2 o que significa o aumento da produção de água de 20 milhões para 35 milhões de litros/dia.
As ligações estão sendo feitas em cada quadra, separadamente, e sendo liberada a água tão logo termine as ligações na respectiva quadra; nos próximos 60 dias deverão ser feita a instalação de hidrômetros (equipamentos para medição do fornecimento de água), equipamento que se faz necessário, segundo Sérgio Barbosa, para evitar o desperdício de água já que se trata de um produto caro e indispensável para a saúde.
Recentemente cerca de 5 mil pessoas, nos Bairros Liberdade I e Liberdade II, foram beneficiadas com o abastecimento de água tratada.
Nos próximos 60 dias locais como, por exemplo, Morro Céu Azul, Alto das Telecomunicações e Canadá que não imaginava receber abastecimento de água passaram a contar com o serviço. Por se tratar de pontos muito elevados a água será reservada nas proximidades e depois bombeada para reservatórios de distribuição; serviço semelhante é feita com sucesso no Bairro Alto Bonito.
A Vila Paulo Fonteles receberá água tratada através de um convênio entre Prefeitura Municipal e Vale, um projeto a ser executado pelo SAAEP. O local terá o sistema de distribuição refeito e um reservatório de 100 mil litros de água tratada, o que beneficiará cerca de 5 mil pessoas.
Está sendo feito o projeto para reservação de 20 milhões de litro de água o que tornará possível o abastecimento do Complexo Caetanópolis e todos os bairros no entorno da VS 10.
Dezenas de poços artesianos estão sendo licitados para abastecer provisoriamente estas caixas, até que se termine um projeto macro das ETAS 3 e 4 que  permitirá o abastecimento de água para mais de 500 mil habitantes. As ETAS 1 e 2 serão potencializadas aumentando em 40%  suas respectivas produções.
“Água bruta temos em abundância no Rio Parauapebas, basta criarmos os mecanismos para capitação, tratamento e distribuição. E isto é uma meta e exigência de nosso governo”, detalha Sérgio Barbosa.